A mulher na Engenharia: Desafios e Conquistas

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Desafios e Barreiras Enfrentadas pelas Engenheiras

A engenharia é uma área repleta de desafios. Atualmente, ainda é uma profissão marcada pela predominância masculina. No entanto, ao longo dos anos, as mulheres  vêm conquistando lugares e reconhecimento nesse campo.

Uma pesquisa realizada em 2022 pelo Sistema Confea/Crea e Mútua revelou que, em 2019,  apenas 12% de mulheres compunham o plenário dos 27 Creas.  Com o resultado das eleições de 2020, esse percentual subiu para 14%.

Em fevereiro desse ano, o sistema atingiu a marca de 200 mil engenheiras, agrônomas, meteorologistas, geógrafas, geólogas,  enfim, todas as mulheres representadas nas profissões que compõem o Sistema.

Fonte: CONFEA

Fortalecimento e Igualdade de Oportunidades

Além das exigências acadêmicas e da necessidade constante de provar sua capacidade, elas ainda precisam lidar com outras barreiras no exercício da profissão. Atualmente, os desafios ainda persistem, porém,  em meio a uma crescente de resultados positivos que indicam cada vez mais mulheres na área. No ano passado, só no Brasil elas já representavam 21,6% nos cursos de engenharia e profissões relacionadas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso demonstra que todos os obstáculos estão sendo ultrapassados e a mulher está alcançando lugar no mundo da engenharia, mostrando sua força, competência e habilidade para o cargo.

Fonte: UDIACO

Reprodução: PSA

Representatividade Feminina na Engenharia 

A presença feminina nesses setores traz mais ideias, potencial de inovação e, sobretudo, maior representatividade, contribuindo para quebrar estereótipos e construir soluções mais justas e eficientes para a sociedade. Além de lutar por seus direitos e pelo reconhecimento na profissão, é fundamental que a próxima geração tenha referências inspiradoras, garantindo um ambiente de respeito, igualdade e oportunidades valorizadas e reconhecidas todos os dias.

Fonte: FEMA

O Legado de Lina Bo Bardi

O MASP – Museu de Arte de São Paulo foi projetado pela visionária arquiteta Lina Bo Bardi, considerada uma das mais importantes representantes do modernismo brasileiro. Em 1957, ela iniciou o projeto do icônico edifício na Avenida Paulista, que se destaca pelo impressionante vão livre de mais de 70 metros, conferindo leveza e inovação à estrutura. Mais do que um marco da arquitetura, o MASP representa a força, a criatividade e a competência das mulheres, demonstrando que elas são plenamente competentes e capazes de construir grandes monumentos e deixar sua marca na história, bastando para isso ter apenas uma abertura.

Fonte: Escritório de Arte 

Reprodução: BBC